No último dia 27/11, na Rádio 95 FM de Jequié, o gestor de futebol conhecido em toda a Bahia, Pastor Márcio Cerqueira, deu entrevista a emissora esclarecendo os fatos que o afastou da equipe da ADJ, sua relação com o presidente Leur Lomanto e as arestas que ficam com a diretoria. Desde de 2017 que o Pastor vem ajudando o time da cidade do Sol, há 20 anos vinha penando na sérier “B” do campeonato Bahiano.
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Pastor Márcio Cerqueira conseguiu colocar muitos dos seus jogadores na equipe do Jequié, se doou e ainda investiu R$ 45.000,00 no clube. Injustificadamente e sem ninguém entender, a diretoria exigiu do Presidente o imediato rompimento de contrato com o gestor, sem oficialmente alegar os motivos.
De fato não há mais clima para a permanência do Pastor na equipe, pois houve uma verdadeira falta de gratidão dos diretores com o gestor, que infelizmente sai decepcionado com os amadores que fazem o futebol na cidade de Jequié.
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Pastor Márcio: “By by ADJ”.
Com essa decepção, o Pastor se junta ao empresário Weliton Nascimento, ex-gestor do Colo Colo (que foi preterido pela atual diretoria do tigrão e chamado de nocivo ao clube), e estarão trabahando um projeto muito audacioso para o Grapiúna já a partir de 2019.
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Weliton Nascimento: “By by Colo Colo”.
            QUEM É O GRAPIÚNA
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Grapiúna Atlético Clube é um clube de futebol brasileiro, da cidade de Itabuna, no estado da Bahia. Suas cores são amarelo e preto. Seu principal rival é o Itabuna Esporte Clube.

Após o rebaixamento do tradicional Itabuna Esporte Clube, que participou do Campeonato Baiano de Futebol ininterruptamente de 1967 a 1993, a direção da tradicional equipe grapiúna decidiu suspender suas atividades. Desta forma a cidade de Itabuna ficou sem um clube profissional. Assim foi formado em 11 de março de 1996 o Itabuna Atlético Clube, logo em sua primeira participação no Campeonato Baiano da Segunda Divisão conquistou o vice-campeonato ao ser derrotado na final pelo Juazeiro Social Clube e assim obteve o acesso a Primeira Divisão em 1997. O jogo de estreia na elite foi positivo, vitória em casa por 1 a 0 sobre o Eunápolis Esporte Clube, porém esta foi uma das poucas vitórias da equipe no campeonato, no total foram apenas três em 14 partidas, o que culminou com o rebaixamento do clube. Em 1998 não disputou o Campeonato Baiano da Segunda Divisão, assim como em 1999.

Retornou em 2000 com um novo nome: Grapiúna Atlético Clube. Disputou o Torneio Seletivo da Segunda Divisão onde obteve de forma polêmica o segundo lugar e o acesso a Segunda Divisão. Após o encerramento da competição o Grapiúna Atlético Clube havia sido eliminado junto ao Associação Atlética Sisal Bonfinense e a AABB, haviam classificado o Barreiras Esporte Clube e o Salvador Esporte Clube Ltda., porém o Grapiúna entrou com uma reclamação junto ao TJD-BA devido a um equívoco de arbitragem em uma partida na qual havia sido derrotado por 2 a 0 pelo Associação Atlética Sisal Bonfinense, o tribunal lhe deu razão e uma nova partida foi marcada para depois do fim da competição. Sem nenhuma motivação, pois já estava eliminado, o Sisal Bonfinense foi presa fácil e foi derrotado em Senhor do Bonfim por 3 a 0, desta forma o Grapiúna obteve a classificação no lugar do Salvador Esporte Clube. Na Segunda Divisão o Grapiúna foi quarto colocado no primeiro turno em meio a dez participantes, no segundo turno sagrou-se vencedor, porém ironicamente o TJD-BA que havia lhe beneficiado anteriormente lhe foi prejudicial, o Esporte Clube Jacuipense conseguiu obter provar no tribunal irregularidade de atletas de dois times adversários e transformou um empate (0 a 0 com a Associação Atlética Teixeira de Freitas) e uma derrota (1 a 0 para o Esporte Clube Ypiranga) em seis pontos para a equipe de Riachão do Jacuípe. Desta forma venceu o turno e classificou-se para a final enquanto o Grapiúna ficou de fora.

Em 2001 o Grapiúna fez outro grande campeonato sagrando-se vice-campeão ao ser derrotado na final pelo Independente Esporte Clube, atual Palmeiras Nordeste Futebol Ltda., por 3 a 0 em Itabuna e empate em 1 a 1 em Feira de Santana. O ano de 2002 marcou o retorno definitivo do Itabuna Esporte Clube que obteve o título da Segunda Divisão e o acesso a Primeira Divisão, fato este que enfraqueceu o Grapiúna que mesmo assim em 2003 obteve um razoável terceiro lugar, em 2004, sem forças, não disputou o campeonato, em 2005 inscreveu-se na competição, porém a FBF não aceitou a inscrição de nenhum clube e decidiu não organizar a Segunda Divisão. O Grapiúna, na época comandado pelo ex-presidente do Clube de Regatas FlamengoEdmundo Santos Silva, abriu processo contra a FBF no TJD-BA sem obter sucesso. Após anos de inatividade retornou em 2008 quando não conseguiu completar a competição abandonando-a a faltar duas rodadas para eu término. Tentou realizar inscrição em 2009 sem sucesso, e desde então, não mais voltou a figurar nos campos do futebol baiano.

Fonte: www.jornaldoradialista.com.br