O Teatro Popular de Ilhéus divulga programação de espetáculos teatrais, shows musicais e filmes para o mês de Janeiro.  A Tenda Teatro Popular de Ilhéus fica na Avenida Soares Lopes, bairro Cidade Nova, Ilhéus-BA. A instituição é mantida pelo programa de Ações Continuadas de Instituições Culturais – uma iniciativa da Secretaria de Cultura da Bahia, com recursos do Fundo de Cultura do Estado da Bahia.

Matheus Luna homenageia a Música Brasileira – No próximo dia 06, o violonista Matheus Luna homenageia a Música Brasileira com repertório composto por músicas autorais e releituras de compositores como Milton Nascimento, Dori Caymmi e Vinícius de Morais.  Neste trabalho, ele apresenta para o público músicas instrumentais com arranjos bem elaborados com influências do jazz, da bossa nova, do soul e da música moderna. O espetáculo começa às 19h e vai contar com a participação surpresa de músicos da região. Os ingressos custam R$ 10 e R$ 20.

Matheus Luna é violonista e compositor ilheense radicado em Belo Horizonte (MG). Formado na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o músico já foi ganhador do Prêmio Jovem Instrumentista BDMG 2017, Finalista do BDMG instrumental 2018 e tem um EP gravado intitulado “Lua Dina”. Luna é um assíduo investigador da música brasileira, com pesquisa científica pela UFMG sobre o violão de sete cordas.

Otambi de Verão 2019 – No dia 20 de janeiro, a Orquestra Gongombira de Percussão vai receber no palco do Teatro Popular de Ilhéus o Projeto Otambí, sigla que abrevia a Orquestra de Tambores Mãe Ilza. O concerto, que começa às 17h, promete agitar o verão de Ilhéus com muito Ijexá, Samba Reggae, Merengue, Salsa, Reggae, Samba de Roda, Pagode Baiano, Adarum, Cabila, entre outros ritmos do candomblé da Bahia. Os ingressos custam R$ 20 e R$ 10. A classificação etária é 16 anos.

Orquestra de Tambores Mãe Ilza, foi criado em 2010 e, desde então, faz parte do calendário do verão ilheense. Já a Orquestra Gongombira de Percussão é um grupo formado por percussionistas e músicos ligados ao Terreiro de Matamba Tombenci Neto, em Ilhéus. Dentre os trabalhos recentes estão as canções  Mina Hora, de composição de Marinho Rodrigues e uma nova versão de Vá Se Benzer, gravada por Preta Gil e Gal Costa e agora interpretada por Jamena Lorrana.

Boi da Cara Preta – As apresentações do musical infanto-juvenil inspirado no bumba-meu-boi de “Seu Oreco”, do povoado ilheense de Urucutuca, vão acontecer acontecem nos dias 10, 19 e 26 de janeiro, sempre às 19h.  Os atores e atrizes são como brincantes, que utilizam o colorido e brilhos típicos das festas populares e não apenas atuam, mas cantam, dançam e executam a trilha sonora ao vivo, tocando instrumentos tradicionais e alternativos. A montagem passeia pelo imaginário nordestino, acrescentando tempero moderno e dinâmico, dando novos ritmos a elementos tradicionais. O texto é de Romualdo Lisboa, direção musical de Cabeça Isidoro e direção geral de Tânia Barbosa. A estreia da montagem foi em dezembro de 2007, e agora em 2019 o espetáculo volta ganhando novos personagens e canções. Os ingressos custam R$ 20 e R$ 10.

Shicó do Mamulengo no brinquedo de João Redondo – A contação, com linguagem popular e comicidade lúdica, interage com a plateia e mantém a diversão garantida para o público de todas as idades. O ator se desdobra em muitos personagens para contar a história de um fazendeiro (João Redondo) e seu filho adotivo (Baltazar), um rapaz ingênuo e atrapalhado que vive situações engraçadas no decorrer do espetáculo. A montagem é uma grande homenagem à cultura brasileira e suas raízes afro-lusitanas, com boi de bumba, preto velho e muito coco e repente. As apresentações têm início sempre às 19h.  Os ingressos custam 20 e 10 reais.

Nascido Francisco de Assis, em Açú-RN, Shicó do Mamulengo trabalha há 11 anos baseado no brinquedo do mestre Chico Daniel, conhecido dentro e fora do pais. Ator, figurinista, aderecista, cenógrafo, bonequeiro e poeta, Shicó se considera um “conservador da cultura popular com título de matuto e formatura em sabenças nordestinas”.

Cine Incidental – Nos dias 11 e 17 de janeiro, às 19h, acontece o “Cine Incidental’’. O filme que será exibido nessa edição é o curta-metragem do cinema mudo ”Dia de Pagamento”, de Charles Chaplin. As sessões vão combinar cinema e música através de uma trilha original executada ao vivo. Os músicos, Cabeça Isidoro e Pablo Lisboa, utilizam vários instrumentos convencionais e não convencionais de harmonia e percussão proporcionando ao público uma experiência singular. Você pode pagar pelos ingressos o que quiser.

Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) – Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Artística e Cultural e Editais Setoriais. Para mais informações, acesse: www.cultura.ba.gov.br