Em jogo neste sábado, 26, encerrado a pouco no Estádio Antônio Carneiro, em Alagoinhas, o Atlético empatou em 1 x 1 com o PFC-Cajazeiras de Salvador, sagrando-se campeão da série B. O Carcará jogava por um empate e, dessa forma conseguiu subir para a elite do futebol baiano Série A.
Pelo lado do PFC-Cajazeiras fica uma nova frustração pela não conquista do acesso inédito após dois anos de fundação, que bateu na trave em 2017 quando chegou na final e foi derrotado pelo Jequié. A equipe da capital chegou a abrir o placar no primeiro tempo, porém, recuou e acabou levando o empate.
Apesar do maior domínio e volume de jogo do Atlético-BA no primeiro tempo, principalmente criando as melhores oportunidades em jogadas de bola aérea, o PFC-Cajazeiras foi mais eficiente e colocou combustível no jogo aos 33 minutos anotando um golaço em cobrança de falta de William Fernandes.
O destaque da etapa inicial, além do autor do gol, foi o goleiro João Paulo, do PFC, que pegou tudo, até pensamento. Porém, no segundo tempo, o paredão foi vencido por Hércules, aos 25 minutos, aproveitando rebote após cobrança de falta de Alessandro Azevedo que beijou a trave.
HOMENAGEM

Falar de arbitragem na Bahia é falar de Wilson Paim. Um profissional que iniciou na profissão com 20 anos de idade e hoje, aos 75, ainda batalha por seu fortalecimento.
Paim, como é carinhosamente chamado pelos amigos foi um dos grandes árbitros assistentes do país. Goza de prestígio inenarrável. É elogiado por profissionais de arbitragem de todo o Brasil.
Dentro de campo, ele exerceu a profissão até os 55 anos, em grande estilo. Se despediu em um clássico BAVI, no ano de 1998, com um desempenho de impressionar. Fôlego e qualidade não lhes faltavam para seguir atuando.

Mas, Paim não deixou a arbitragem de lado. Quando pendurou o apito e bandeirinha, mudou de lado e passou a ajudar fora de campo. Ingressou na Comissão Estadual de Árbitros de Futebol (CEAF-BA) ainda na gestão do ex-presidente da Federação Bahiana de Futebol (FBF), Virgílio Elísio.
Em 2001, quando o presidente Ednaldo Rodrigues assumiu a entidade, ele permaneceu na Comissão e a presidiu até dezembro de 2016, quando deu lugar a Vidal Cordeiro Lopes e passou a ser presidente de honra da CEAF-BA.
Durante todos esses anos, Paim revelou dezenas de árbitros que hoje prestam serviço ao futebol brasileiro. E sua disposição não diminuiu. Quem o assiste chegar todos os dias à sede da FBF tem a certeza de que Wilson Paim ainda tem muito que ensinar e colaborar com a arbitragem baiana e brasileira.
Diante de uma história de sucesso como essa, a diretoria da FBF não hesitou em escolhê-lo para dar nome ao troféu de campeão baiano da Série B 2018. Neste sábado (26), no Estádio Antônio Carneiro.







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