Oeste da Bahia: O Novo Mundo, que chegou às mãos dos profissionais da saúde, foi lançado ainda naquele ano, quando Rui voltou ao seio do lar, da família e de sua grande paixão, a fotografia, depois de 42 dias de internação. Este foi o quarto livro de Rui. De lá pra cá, hoje com 21 anos de carreira, o artista lançou outros três títulos, sempre ressaltando as belezas da fauna e flora. “Com o trabalho de vocês, quem precisa a ter uma vida normal, continua a ser pai, amigo, artista”, destaca ao mencionar que o livro demorou para chegar. É que Rui estava entretido vislumbrando paisagens e tirando fotos por aí. Aliás, o primeiro clique dele após deixar o hospital foi feito em 1º de janeiro de 2015 do alto, em um helicóptero, da procissão fluvial de Bom Jesus dos Navegantes, na Baía de Todos-os-Santos.
Rui Rezende é um dos mais importantes nomes da fotografia baiana e, entre as produções, se destaca Chapada Diamantina: Um Paraíso Desconhecido, que reúne imagens de um acervo de mais de 50 mil fotos tiradas pelo fotógrafo ao longo dos primeiros 13 anos de trajetória. Rui Rezende se destaca pela beleza das imagens dos municípios que seus olhos e lentes alcançam. Atualmente, trabalha no projeto Bahia Aérea, que visa publicar registros feitos a bordo de helicóptero de pontos turísticos, áreas preservadas e cenas flagradas no cotidiano, como colheita de soja, arado com tração animal e até regata náutica.
Para Gilberto Júnior, manifestações como estas são suficientes para demonstrar a importância do trabalho que a equipe executa diariamente nos céus de todo o país. “Não existe valor monetário que pague ou compre a emoção de saber que o seu serviço foi o diferencial na vida de alguém. Todo nosso time se enche de felicidade ao saber que contribuiu e contribui para a vida das pessoas, pautando suas ações na ética, profissionalismo e humanização”, divide o profissional.




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