O destino do juiz da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, Marcelo Bretas, será definido na próxima terça-feira (28), em julgamento no plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Bretas é investigado por supostas infrações na condução de processos da Lava-Jato.
Uma das denúncias contra o magistrado partiu da OAB e cita fatos relacionados a três acordos de colaboração premiada celebrados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e homologados pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) e Supremo Tribunal Federal (STF).
Segundo informações do colunista, Lauro Jarim, do jornal O Globo, o advogado que apresentou a delação narrou “indício de práticas de exploração de prestígio e/ou corrupção passiva” por parte de Marcelo Bretas.
A denúncia indica que Bretas possivelmente se relacionou com outro advogado, Nythalmar Filho, que teria usado de “tráfico de influência e acesso privilegiado” aos autos de vários processos sob responsabilidade do juiz Marcelo Bretas.






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