A obra do escritor Graciliano Ramos, ícone do Regionalismo da Geração Modernista, acaba de entrar em domínio público.

Matéria publicada pelo jornal Folha de São Paulo destaca que o autor se considerava mau poeta e deixou instruções para a publicação de seus livros inéditos de poesia para a família.

A questão é que a família não tem mais controle algum sobre isso. Segundo a lei brasileira, os herdeiros de um escritor detêm plenos direitos sobre sua obra apenas nos 70 anos que se seguem à sua morte.

Como o homem que escreveu “Vidas Secas” morreu em 1953, desde o último dia 1º de janeiro qualquer pessoa tem direito de imprimir e vender a sua própria edição de uma das obras-primas da segunda geração do modernismo brasileiro. Ou qualquer outro texto da lavra de Graciliano.

Clique aqui para ler a matéria completa da Folha de São Paulo.