O diretório nacional do PDT puniu, na última segunda-feira (30), os seis deputados que votaram a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), contrariando a orientação partidária. A punição mais grave foi aplicada a Giovani Cherini (RS), que foi expulso da legenda. Os outros cinco parlamentares – Sérgio Vidigal (ES), Flávia Morais (GO), Mário Heringer (MG), Subtenente Gonzaga (MG) e Hissa Abrahão (AM) – foram suspensos por 40 dias. Flávia e Vidigal também foram afastados do comando dos diretórios estaduais de Goiás e do Espírito Santo.
A cúpula partidária alega que Cherini foi expulso por ter feito campanha a favor do afastamento da presidente e ter atuado nos bastidores para convencer colegas a descumprirem a determinação partidária. Em nota, o deputado gaúcho, que está em seu segundo mandato, acusou o presidente do PDT, Carlos Lupi, de covardia e agir por “interesses inconfessáveis”.
“Fui, enfim, vítima de um covarde, que com interesses inconfessáveis comanda o PDT com mão de ferro sem jamais se colocar sob o crivo do voto popular, inarredavelmente divorciado da vontade das bases populares que diz representar”, protestou Giovani.













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