Os três candidatos ao Governo da Bahia que participam do debate promovido pela TV Band, na noite deste domingo (7), criticaram a ausência de ACM Neto (União Brasil). No primeiro bloco, Jerônimo Rodrigues (PT), Kleber Rosa (PSOL) e João Roma (PL) aproveitaram suas falas de apresentação para comentar a ausência do ex-prefeito de Salvador, que cumpre agenda no interior do estado.
Temas como educação, segurança pública, saúde e economia dominaram o debate. Jerônimo, que foi secretário de Educação do governo Rui Costa, buscou defender seu trabalho na pasta ao ser questionado por Kleber Rosa a respeito do fechamento de escolas, como a do Odorico Tavares, que funcionava no Corredor da Vitória.
O psolista, que reforçou a aliança nacional de seu partido com o ex-presidente Lula (PT), também fez críticas à gestão da segurança pública no estado, afirmando que a política atual resulta em ações violentas que têm como alvo prioritário, como destacou o candidato, a população negra e pobre da Bahia.
João Roma também fez críticas à política de segurança pública atual, mas sob outro viés, afirmando que a violência da qual a população é vítima é resultado da falta de ação do governo do estado contra a criminalidade.
Lula e Bolsonaro
Nos embates de Jerônimo e Kleber Rosa contra Roma, os candidatos do PT e do PSOL buscaram costurar críticas A Jair Bolsonaro (PL). Do outro lado, o candidato bolsonarista buscou defender o legado do atual presidente, de quem foi ministro da Cidadania, apresentando propostas para o estado replicadas do governo federal, a exemplo do ‘Auxilio Bahia’, que seguiria a mesma linha do ‘Auxílio Brasil’.
Jerônimo buscou vincular seu nome a Lula, ao citar uma “política nacional de segurança pública”, com investimento em tecnologia e inteligência para combater grupos criminosos.
Ponte Salvador-Itaparica
A famosa ponte Salvador-Itaparica também foi tema do debate, especificamente no confronto direto entre Jerônimo Rodrigues e João Roma. Ao questionar Roma sobre a importância da obra, o candidato bolsonarista respondeu de forma irônica, afirmando que, caso eleito, iria tirar a obra do papel e ainda aprimorar o traçado.








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