Este domingo foi daqueles dias que servem para tirar a prova dos nove. Pelas ruas da Zona Sul e do Malhadinho de Açúcar, a presença de Marão foi recebida com abraços, sorrisos, reencontros e muita demonstração de carinho.
Mais do que uma caminhada, foi um encontro com pessoas que fizeram parte de sua trajetória e que acompanharam de perto os oito anos em que esteve à frente da Prefeitura de Ilhéus.
A representatividade social e política de Marão está muito ligada à sua maneira de se relacionar com as pessoas. Ele conhece os rostos, os lugares, as histórias e, muitas vezes, chama pelo nome quem encontra pelo caminho.
Sua passagem pela Prefeitura também ficou marcada por ações que alcançaram diretamente a população que mais precisava do poder público, especialmente nas áreas de saúde, moradia, infraestrutura, educação, assistência social e urbanização. Obras e serviços como a ampliação da atenção à saúde, a Policlínica, a UPA 24 horas, o Hospital Materno-Infantil, programas habitacionais, pavimentação, drenagem e intervenções em áreas vulneráveis compõem parte desse legado.
Mas há uma dimensão que números e obras não conseguem traduzir completamente: a relação humana construída ao longo do tempo.
Marão é um político de território. Sua história está ligada a Ilhéus e à Região Cacaueira. Não se trata de alguém que simplesmente chega em período eleitoral para conhecer uma cidade; trata-se de uma trajetória construída no convívio, na presença e nas relações estabelecidas ao longo de muitos anos.
Por isso, por onde passa, o reencontro costuma vir acompanhado de uma manifestação espontânea de afeto.
Marão é gente encontrando gente.
E talvez seja justamente aí que esteja uma das características mais marcantes de sua trajetória: a capacidade de transformar uma caminhada política em um momento de encontro, memória, reconhecimento e alegria.
Por onde Marão passa, a alegria se multiplica. 🧡