A Praça da República, no Centro da capital paulista, um dos principais cartões-postais de São Paulo, é um verdadeiro mercado do sexo.

A situação do local mete medo na população. A presença de traficantes, travestis, prostitutas e garotos de programa é uma realidade que não se incomoda em aparecer em plena luz do dia.

O Jornal do Radialista esteve visitando o local para uma reportagem. Menos de 30 minutos de caminhada, a sedução de travestis e putas era visível. Na Praça da República você não encontra sequer um ambulante. A economia do espaço é somente putaria e drogas.

A maior capital da América Latina é sinônimo de liberdade sexual. Apesar de pública, a Praça da República não é lugar para a família, porque lá se vende sexo 24 horas por dia, disse a travesti Poliana, de 19 anos. Ela é de Campinas e está em São Paulo há três meses. Apesar do pouco tempo em terras paulistanas, já sabe que a Praça da República é um prostíbulo a céu aberto. “Cobramos R$ 50 pelo programa”, seu michê.

Quando o cliente está com pouco dinheiro, a putaria é feita na própria praça, num sistema sexo-rápido, utilizando as áreas escuras sob as arvores. Quando existe disponibilidade de grana, a sacanagem é feita em alguns motéis próximos, ao custo de 25 reais (preço tabelado), num período de 60 minutos.

Na área existem também muitas casas de shows de stripper, ao custo de 10 reais. Nestas casas de putaria, assim que termina o show, o cliente pode convidar a ‘artista’ para um programa que varia de 150 a 250 reais, incluso, o quarto, que fica ao lado do estabelecimento.

Ainda em áreas próximas à Praça da República existem diversos cinemas exclusivamente para exibição de filme pornô, ao preço de 10 reais. Acoplado ao prédio existem também as chamadas cabines do sexo. Como funciona: É um espaço de 1 metro quadrado, tudo lacrado, onde disponibiliza uma tela para exibição de 5 minutos de filme pornô, ao custo de 1 real e cinquenta centavos. Lá o cliente terá 5 minutos para se masturbar e se livrar do stress.

Nossa reportagem esteve na Avenida Consolação onde desfilam as mais belas travestis e putas de São Paulo, ao custo de 3.000 reais por programa de 40 minutos. Inclusive ‘artistas’ famosas do pornô brasileiro, como Mônica Mattos e tantas outras beldades.

Definitivamente São Paulo é o estado do sexo. E, a Praça da República e artérias vizinhas, locais que tem mais gays, travestis e putas por metro quadrado no país.