Paralelo ao projeto do vereador ilheense Escuta, já existe o Conselho Indigenista Missionário – Cimi, que é um órgão nacional vinculado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB. Foi criado pela própria CNBB no ano de 1972 com o objetivo de lutar pelo direito à diversidade cultural dos povos indígenas, mas, num aspecto generalizado, não especifico de cada região e demandas. Apesar da sua importãncia, não atende ainda as necessidades de cada região e povos.
O município possui competência para dispor sobre a criação dos Conselhos Municipais, que compõem sua estrutura administrativa, conforme prevê a Constituição Federal. A Lei Orgânica Municipal, também esta estabelece, por simetria, que é de iniciativa exclusiva do prefeito o projeto de lei que cria órgãos da Administração Pública, como é o caso dos Conselhos Municipais.
“Estaremos passando projeto para o executivo e, já estamos conversando com lideranças indigenas e, esta nossa iniciativa proporcionará liberdade, autonomia e independência, garantindo espaço político de opinião e participação destes na nossa cidade nas ações do poder público”, destacou o vereador Escuta ao Jornal do Radialista (www.jornaldoradialista.com.br)






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