O Ministério Público Federal fechou um acordo de delação premiada que pode complicar a vida do ex-presidente Lula. João Alberto Lovera, ex-gerente administrativo e financeiro da Odebrecht assinou o acordo de leniência e pretende relatar fatos supostamente ilícitos ligados à aquisição do terreno do Instituto Lula.
Lovera, que trabalhou na empreiteira por 31 anos, já declarou que visitou o terreno onde funciona o Instituto, em julho de 2011, acompanhado de Lula, a ex-primeira-dama Marisa Letícia e Paulo Okamotto. De acordo com ele, a compra do terreno teria sido feita com recursos do Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht.
“… firmando o compromisso de dizer a verdade, passa a detalhar o que se segue: que no segundo semestre de 2010, teve conhecimento de que houve solicitação de Marcelo Odebrecht a Paulo Ricardo Baqueiro de Melo, para que adquirisse imóvel destinado à construção da futura sede do Instituto Lula”, diz trecho do termo de colaboração premiada do ex-diretor.






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