A Câmara dos Deputados terá um esquema de segurança especial durante a votação da reforma da Previdência. A decisão foi tomada após a invasão, na noite desta quarta-feira (3), da reunião da comissão especial que analisa a medida por um grupo de agentes penitenciários. O tumulto, que precisou ser combatido com gás de pimenta, resultou no adiamento da conclusão da votação em primeiro turno por uma semana.

De acordo com o presidente em exercício da Câmara, Fábio Ramalho (PMDB-MG), haverá reforço de segurança quando a matéria for votada no plenário. Por meio de nota, ele disse, ainda, que a Casa não tolerará “o cerceamento de seus trabalhos a partir de métodos violentos e desordeiros”.