No Dia Mundial do Meio Ambiente (05/06), uma data dedicada à reflexão e adoção de medidas efetivas para a proteção dos recursos naturais do planeta, a Bahia lidera um conjunto de iniciativas e políticas voltadas para a conservação dos ecossistemas e um modelo inovador de transição energética, socioambiental, ecológica e econômica, baseada em fontes renováveis.

O Governo do Estado, por meio da Secretaria do Meio Ambiente (Sema) e do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), assumiu nos últimos anos compromissos prioritários para o avanço das políticas ambientais. O lançamento do Bahia +Verde, um ambicioso programa que tem norteado ações de conservação dos biomas baianos, trouxe uma nova realidade e perspectivas para o desenvolvimento de uma economia sustentável, projetos transversais de educação ambiental, entre outras importantes frentes de atuação que já estão beneficiando o meio ambiente e a vida dos baianos.

“Em pouco mais de um ano, o Bahia +Verde já apresenta resultados significativos, no incentivo a uma transição energética com base na produção e uso de energias renováveis, a exemplo da solar e eólica, além de promover a cadeia produtiva do hidrogênio verde. Sabemos dos enormes desafios que se apresentam, principalmente diante dos efeitos das mudanças climáticas, mas a Bahia já tem consolidada políticas estruturantes para trilhar um futuro ambientalmente justo e sustentável que atenda aos anseios e aspirações da população baiana”, explicou o secretário do Meio Ambiente, Eduardo Mendonça Sodré Martins.

O gestor destacou ainda o pioneirismo da Bahia ao elaborar o 1º Atlas de Hidrogênio Verde do mundo, que foi apresentado na COP28, colocando o estado como um polo estratégico no cenário energético internacional e na atração de investimentos verdes na cadeia da economia da sustentabilidade.

Também foram intensificadas as parcerias e a consolidação de projetos, alinhados aos objetivos globais de sustentabilidade, nas áreas de reflorestamento, de pagamento por serviços ambientais, na gestão das Unidades de Conservação, educação ambiental, melhorias dos processos administrativos de licenciamento ambiental e outorga. Outras medidas concretas visando à preservação dos recursos hídricos e a garantia dos seus usos múltiplos, como a ampliação da rede de monitoramento dos rios e do clima, bem como a elaboração de novos planos de bacias hidrográficas.

Importantes aliadas na proteção da biodiversidade, as 45 Unidades de Conservação (UCs) estaduais geridas pelo Inema estão distribuídas por todas as regiões, com foco na proteção do patrimônio natural, cultural e histórico inerentes aos biomas Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica e Sistema Costeiro-Marinho.

A diretora-geral do Inema, Maria Amélia Lins, ressaltou o trabalho contínuo no sentido de garantir a preservação, a inclusão social da população que mora no seu interior e entorno, respeitando as restrições legais de cada categoria, seja de uso sustentável ou de proteção integral.

“O instituto conta com uma diretoria composta por especialistas com foco específico para atuar nas Unidades de Conservação. Procuramos fortalecer este modelo de gestão integrada e participativa, por meio do apoio à atuação dos Conselhos Gestores e na elaboração/revisão dos Planos de Manejo. Nesse sentido, a participação social é fundamental, por meio da contribuição de suas experiências, especialmente, dos povos e comunidades tradicionais, construindo em cada unidade um espaço coletivo de conservação ambiental “, pontuou a diretora.

O Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado em 5 de junho, foi estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1972, com o objetivo de aumentar a conscientização e a ação global em prol da proteção ambiental.

Unidades de Conservação Estaduais

São divididas em de Proteção Integral: Preservação total da natureza. Uso indireto dos recursos, seguindo leis. Representadas por:
02 Estações Ecológicas.
05 Parques Estaduais.
02 Monumentos Naturais.
01 Refúgio de Vida Silvestre.

Fonte: Ascom/Inema