O governador Rui Costa (PT) disse não ter dúvidas de que seu candidato, Jerônimo Rodrigues (PT), vencerá a eleição em primeiro turno. O petista lembrou, em entrevista para rádios do interior, que nas eleições de março de 2014, ele tinha apenas 2% de intenção de voto, em comparação com 68% do ex-governador Paulo Souto, que perdeu a disputa.
“Eu nunca tive medo na minha vida. Para quem nasceu numa favela, passou fome na infância, a minha vida é de superação, portanto, a gente supera a dificuldade. Não tenho dúvidas que o Jerônimo vai ganhar as eleições porque Vitória da Conquista por exemplo, é uma região de muitos comerciantes que têm indústrias. Jequié também, tem o Centro Industrial que estamos fazendo a reconstrução do pavimento asfáltico”, declarou.
Ele ainda alfinetou o pré-candidato de oposição, ACM Neto (UB), ao citar o desemprego na área da construção civil em Salvador e os impostos cobrados na capital. ”Tenho certeza que os comerciantes da Bahia, que os proprietários de indústrias não vão querer como foi feito no IPTU de Salvador praticado no ICMS. Se qualquer pessoa for aqui na área da Barra, vai ver que o comércio quebrou, era uma área que gerava emprego, quebrou, vários comércios fecharam porque os impostos ficaram extorsivos”, alfinetou.
“Tenho certeza que os comerciantes não vão querer ter essa prática extorsiva no ICMS. O povo quer emprego, o povo quer renda, o povo não aguenta carga de impostos como a praticada em Salvador que aumentou o desemprego da construção civil. Quando você compara o desemprego de Salvador com outras cidades do Nordeste há uma diferença enorme”, finalizou.
Sem citar nomes, ele também alfinetou a família do ex-prefeito, herdeiro do legado de Antônio Carlos Magalhães. “O povo tinha historicamente as oligarquias na Bahia. Aquelas famílias de sobrenome, que achavam que eram donas do estado da Bahia. […] Há um bom tempo, o povo disse que esse estado não tem dono, esse estado pertence ao povo baiano, e portanto ele quer uma política democrática, transparente, e os prefeitos querem um relacionamento de gestão compartilhada, de companheirismo, de amizade e não de grito e não de ter um chefe.”
FONTE: TB.






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