Lotar estádio não é apenas questão de quantidade absoluta de público. No Brasileirão, a taxa de ocupação, que mede o percentual de cadeiras utilizadas em relação à capacidade da arena, mostra um retrato mais fiel da força das torcidas. Nesse recorte, Bahia e Vitória aparecem entre os dez melhores índices da Série A.
O Bahia levou 371 mil torcedores em dez partidas na Fonte Nova, média de pouco mais de 37 mil por jogo. O volume garantiu 75,9% de ocupação, a quinta maior marca da competição. Já o Vitória, no Barradão, somou 207 mil torcedores em 11 jogos, com média de quase 19 mil pessoas e 61,3% de ocupação, o oitavo melhor desempenho.
Corinthians e Flamengo lideram a lista. O clube paulista conseguiu 81,9% de ocupação em 11 jogos na Neo Química Arena, média de 40 mil torcedores. O Rubro-Negro carioca, mesmo com índice um pouco menor (78%), segue como o time de maior público do campeonato: mais de 631 mil pessoas no Maracanã, média de 57 mil por partida.
Palmeiras e Cruzeiro ilustram bem a diferença entre volume de torcedores e eficiência na lotação. Enquanto o clube mineiro levou 522 mil pessoas em 12 jogos (média de 43,5 mil), sua ocupação foi de 72,4%. Já o Verdão, com 318 mil torcedores em dez partidas, registrou 77,1%.
Na parte de baixo do ranking, Fortaleza e Mirassol aparecem com os piores índices de arquibancada cheia. O time cearense, em temporada irregular, levou 192 mil torcedores em dez jogos no Castelão, ocupando 32,3% da arena. Já o Mirassol, mesmo embalado em campo no ano do centenário, só preencheu 31,9% do Maião, média de 4,7 mil torcedores por jogo.
Os números são de levantamento da página @seguidadosBr e consideram apenas os mandantes.









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