*FEIRA DE SANTANA*  – A derrota do Barcelona nesta quarta-feira, dia 11, por 6 a 1 para o Bahia de Feira escancarou a fragilidade da equipe dentro de campo. O placar elástico não apenas evidenciou os erros defensivos, como também deixou clara a falta de organização tática do time comandado pelo técnico — mais uma vez excessivamente retranqueiro e incapaz de reagir diante das adversidades. Foram as sete rodadas jogando com linha baixa e sempre recuado.

Como se não bastasse a atuação desastrosa, a expulsão de dois atletas da Onça Pintada complicou ainda mais uma noite que já era para ser esquecida. Com um jogador a menos já era difícil competir; com dois, o cenário se transformou em um verdadeiro massacre. A equipe perdeu o controle emocional, demonstrou nervosismo e pouco poder de reação.

Para piorar a situação, a vitória do Galícia por 2 a 1 sobre o Jequié alterou diretamente a tabela e empurrou o time de Ilhéus para a lanterna do Campeonato Baiano. O Barcelona agora dorme na penúltima colocação e passa a integrar a zona de rebaixamento ao lado do Atlético de Alagoinhas, aumentando a pressão sobre a comissão técnica e elenco.

A preocupação dos poucos torcedores cresce a cada rodada. O desempenho abaixo do esperado, a falta de padrão de jogo e a dificuldade em transformar posse de bola em oportunidades reais levantam questionamentos sobre o planejamento da temporada. Se não houver uma mudança de postura imediata, nos próximos dois jogos— tanto dentro quanto fora de campo — o risco de queda para a segunda divisão deixa de ser apenas uma ameaça distante e passa a ser uma realidade cada vez mais concreta.

Todos os anos sempre quase a mesma coisa. Luta e luta para não ser rebaixado!

DA REDAÇÃO.