Em junho a situação se inverteu, com Itabuna criando somente 8 novos empregos contra um aumento de 188 em Ilhéus, graças ao bom desempenho do setor de Serviços, que abriu 85 vagas.
O Comércio criou mais 53 postos de trabalho, a Construção 49 e a Agropecuária um. A Indústria ficou zerada. A maior parte dos empregos foi para pessoas com ensino médio completo (140), com equilíbrio entre idades. As funções que mais empregaram foram ajudante de obra e pedreiro.
O desempenho em junho fez Ilhéus passar à frente com saldo de 484 novas vagas neste ano e 1.514 nos últimos 12 meses. Itabuna soma 448 no primeiro semestre e 1.019 em 12 meses. O único setor de destaque no mês passado foi a Construção, abrindo 48 postos de trabalho.
A Indústria criou 10 empregos, o Comércio abriu 9 e a Agropecuária 2. O responsável pelo baixo rendimento foi Serviços, que eliminou 61 vagas, a maioria nas funções de fiscal e cobrador de ônibus, porteiro e vigia. Os empregos se concentraram em pessoas com nível superior e de 18 a 24 anos.
Bahia mantém alta
A Bahia continuou gerando empregos, mesmo em ritmo menor que nos meses anteriores. Em junho foram 7.604, elevando o saldo deste ano para 70.150. O setor que mais contribuiu foi o de Serviços, abrindo 4.094 vagas, seguido do Comércio com 2.652.
A Agropecuária gerou 582 postos de trabalho e a Indústria, 394. O único setor negativo foi o da Construção, que eliminou 118 empregos. A Bahia foi o segundo estado do Nordeste na criação de empregos em junho, ficando atrás do Ceará com cerca de 9 mil.
O Brasil abriu 309.114 novas vagas e chegou a 1.536.717, número importante porque passa os empregos perdidos em 2020 (1.198.363) com a política do “fecha tudo” imposta pelos governadores. Em junho o destaque foi Serviços (125.713), seguido de Comércio (72.877) e Indústria (50.145).






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