Uma semana após ser derrotado pelo Planalto na escolha do líder de seu partido, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), começa sua retaliação ao governo.
O peemedebista programou para esta quarta a votação de uma “pauta-bomba” com impacto de R$ 207,1 bilhões e já começou a escalar seus aliados que baterão chapa com os indicados por Leonardo Picciani (RJ), reeleito líder do PMDB na semana passada, contra sua vontade.
Atualmente, a União é obrigada a destinar um mínimo de 15% da Receita Corrente Líquida (RCL) à Saúde. Pela proposta original da chamada “PEC da Saúde”, apresentada pelo deputado Vanderlei Macris (PSDB-SP), o governo teria que ampliar este percentual para 18,7% em cinco anos.
Na comissão especial que analisou a matéria, a deputada Carmen Zanotto (PPS-SC), relatora do substitutivo que será apreciado, ampliou o percentual para 19,4% em seis anos. Pelos cálculos do governo, caso o texto seja aprovado, o impacto será de R$ 15 bilhões em 2017 e de R$ 207,1 bilhões até 2022. Informações do jornal Estado de S. Paulo.





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