Com a dificuldade de financiamento, há expectativa de que proliferem pesquisas irregulares nas eleições deste ano. Por isso, a Justiça Eleitoral e o Ministério Público tentam reforçar suas estruturas contra fraudes. A partir deste ano, o registro das pesquisas deve vir acompanhado da fatura emitida pelo cliente que contratou o instituto.

Com isso, evita-se que sejam feitos levantamentos com recursos próprios, o que, para o Judiciário, é indício de pagamento via caixa 2 para inflar candidaturas locais. O Ministério Público Eleitoral também emitiu neste ano um comunicado para que haja checagens quanto ao registro dos estatísticos responsáveis pela pesquisa.

A ação partiu do levantamento de um órgão representativo de estatísticos que apontou que grande parte das pesquisas era feita por profissionais irregulares. Neste ano, também estão proibidas enquetes. O serviço tinha como método burlar a lei sobre pesquisas.